Extratos de "Ó Códice de Patmos "

Neste magistral livro que lhes apresentamos, o reconhecido escritor Ernesto Barón, com grande sabedoria e coragem, quis nos explicar de forma clara e direta, um dos legados antigos mais importantes e transcendentais para a humanidade, que, contudo, nunca foi bem entendido, pelo contrário, tem sido muitas vezes mal interpretado, colocado à parte e, inclusive, sido objeto de temor, rejeição e controvérsia até o momento atual... como é o caso deste enigmático Livro do Apocalipse, escrito pelo apóstolo João na ilha de Patmos, na Grécia.

 

“Apocalipse significa “Revelação do Fim dos Tempos”, em outras palavras seria o desvendamento, o testemunho do encerramento de uma Era, o selo de uma Raça, ou pelo contrário, o término de uma civilização que se cumpriu. É, na realidade, o Ômega-Fim, a transformação, decadência, obscuridade e morte.

“Recordemos que tudo sempre passa por uma caducidade-extinção, e isso, queiramos ou não, significa descesso-morte ou transformação-mutação. Tudo depende de como a humanidade esteja para que ocorra uma coisa ou outra. Segundo o livro do Apocalipse e as circunstâncias mundiais atuais, mais pareceria a aproximação de um grande Holocausto-Extinção do que uma Transformação-Mutação...”

“Somente seguindo esses acontecimentos de maneira cada vez mais intensa é que perceberemos cabalmente que estamos vivendo uma agonia ou transição planetária de tipo Apocalíptica como nunca antes havia ocorrido na história de nossa civilização humana.”

“Por isso é mais que urgente compreendermos o profundo sentido com o qual o Código de Patmos foi escrito, e devemos fazê-lo do ponto de vista da Ciência Pura; esse é o nosso objetivo, principalmente porque o Apocalipse nunca pode estar separado do Antropocalipse.”

“Somente seguindo esta mutação-transformação Antropogenética de forma positiva é que se poderia adquirir a capacidade de rasgar os Sete Selos. Ou seja, realizar uma transformação interior até converter-se em um Homem Universal e Cósmico, algo que praticamente, até o momento, não se pôde conseguir.”

“Se estudarmos detalhadamente o Apocalipse no capítulo 6, veremos com total clareza que tudo que os quatro Cavaleiros Apocalípticos realizam e, ao mesmo tempo, encarregam os outros três anjos que os acompanham está totalmente vinculado às mudanças sociológicas, políticas, governamentais, humanísticas etc. Também aos movimentos sísmicos, às erupções vulcânicas, à inversão magnética e geográfica dos polos, igualmente a todos os movimentos bélicos, ao terrorismo atual, às crises econômicas, aos desempregados, refugiados, assim como a um turbilhão de desastres e caos que agora lamentavelmente vivemos.”

“O importante aqui é elevarmos, por todos os meios possíveis e impossíveis, nossa consciência, capacidade de discernimento e de comportamento em geral, a fim de prevenirmos, assim, toda oposição que tente se interpor para nos debilitar. É fundamental lutarmos para despertar essa Consciência adormecida, pois ela é eterna e imperecedoura, e jamais, por nenhum motivo, deveríamos subestimá-la ou suplantá-la, como muitos fazem, pela mente e seus conflitos ou pelas emoções inferiores que, afinal, não nos levam a nada positivo.

“Neste segundo toque de trombeta do anjo Rafael também estão as montanhas que lançam fogo, por isso ocorrem espantosos abalos sísmicos, tsunamis, buracos profundos que se abrem repentinamente e todo tipo de desastres terrestres.”

“Quando o quarto anjo derramou sua taça, ele mostrou tudo que está relacionado à contaminação das camadas atmosféricas, também à mudança climática terrestre, ao degelo polar, como igualmente às erupções solares, à camada de Ozônio que filtra os raios solares, produzindo, com isto, imenso calor repleto de secas, aridez do solo, incêndios florestais etc.”

“Acompanhando de perto alguns estudos que nós realizamos de forma detalhada em relação a este aspecto de tanta transcendência escatológica e transformadora que definitivamente repercute de maneira direta na humanidade, acreditamos que “Armagedom” não seja exatamente o conflito entre adversários para chegar a uma guerra definitiva e global. Embora também deva-se dizer que tampouco descartamos que seja o detonante a iniciar algo maior...”

“Para compreendermos com objetividade o sentido autêntico dos cento e quarenta e quatro mil selados e dos doze mil de cada tribo, antes temos de utilizar a Cabala numérica e o Tarô Egípcio, desta maneira, juntamente com o simbolismo que isto encerra, encontraremos a verdadeira resposta.”

“O que nós buscamos no Códice de Patmos, é que aqueles que nos acompanham possam integrar-se e envolver-se mais em seu trabalho transformador para, assim, compreender em todos os níveis de sua psique o profundo conteúdo do grande visionário S. João.”